Diferentemente dos DVDs convencionais, as camadas não estão agrupadas fisicamente, mas virtualmente. A tecnologia emprega moléculas sensíveis à luz chamadas cromóforos para criar matrizes semelhantes a hologramas, alcançando assim a capacidade de 1TB. A empresa utiliza lasers vermelhos, mas há a possibilidade de ampliar para 5TB com uma transição para lasers azuis, como os usados em discos de alta definição como o Blu-ray e o HD DVD.
O CEO da Mempile, Avi Huppert, destacou a crescente quantidade de conteúdo digital armazenado pelos consumidores, e o TeraDisc surge como uma solução única ao permitir o armazenamento de um terabyte de dados em um disco do tamanho de um DVD, a um custo inferior às alternativas de mercado.
A empresa planeja apresentar um protótipo funcional em 18 meses, com a expectativa de lançar o TeraDisc no mercado consumidor um ano depois, com um preço aproximado de US$ 3 mil. Discos de 600GB devem variar entre US$ 30 e US$ 50. No entanto, o Techtree.com destaca a necessidade de a Mempile lançar o superdisco no mercado o mais rápido possível para evitar ser superada pelos concorrentes poderosos HD DVD e Blu-Ray.
O site The Future of Things oferece uma reportagem completa em inglês sobre a evolução das mídias de armazenamento, incluindo uma entrevista com o diretor de tecnologia da Mempile, Ortal Alpert, e a executiva de marketing da empresa, Beth Erez, que discutem mais detalhes sobre a tecnologia desenvolvida e os planos da empresa.