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4 ERROS AO FAZER INTERCÂMBIO

Autor: Textual Conteúdo
Publicado em: Cursos ,Viagens

4 ERROS AO FAZER INTERCÂMBIO – O sonho de muitos jovens é poder vivenciar uma experiência no exterior. Quando estamos na universidade ou realizando cursos específicos, as possibilidades de viver isso na prática são maiores, graças aos intercâmbios para estudantes. Num intercâmbio você pode aprender línguas, fazer cursos, trabalhar e ainda morar e conviver com famílias e comunidades de pessoas com uma cultura completamente diferente da sua. A experiência pode ser muito válida para o seu currículo e também para a vida. Mas é claro que uma aventura internacional pode também oferecendo riscos e gerando muitas dúvidas em quem quer aderir à vida de intercambista. Por isso, confira esta lista com 4 erros ao fazer intercâmbio e saiba como evitá-los para ter sucesso em sua viagem.

4 Erros ao fazer intercâmbio mais comuns

1. Não ter uma meta ou objetivo definido

No intercâmbio o mais importante é o contato com as pessoas nativas do país que será seu lá por alguns meses, por isso, não viagem sem um planejamento do que fazer lá, para conhecer estas pessoas. Ficar apenas confinado no pousada, hostel, ou casa de família que irá o receber não irá lhe proporcionar muitas experiências, talvez somente uns detalhes sobre a diferença de convivência e vivência entre as duas ou mais nacionalidades que você irá conviver.

4 ERROS AO FAZER INTERCÂMBIO

Planeje um curso de línguas, fotografia ou algo parecido com a área que você já estuda no Brasil, caso você já saiba falar o idioma nativo do país. Procure também por opções de trabalhos voluntários ou até remunerados para que você possa juntar uma grana. Compras no exterior também é uma experiência interessante, já que você terá que aprender a conversão da moeda do país com o real, a falar com atendentes e checar a diferença do sistema de medição de roupas do país. Faça também um roteiro turístico dos lugares que você gostaria de conhecer no pais, para não perder esta oportunidade! Para isso, é preciso também calcular quanto dinheiro levar.

Muitas agências de viagem e intercâmbio já oferecem um planejamento com local de trabalho e moradia, peça indicações de amigos que já fizeram intercâmbio ou vá a palestras normalmente ministradas em escolas de idiomas e faculdades brasileiras. É importante também, depois de ter um foco estabelecido, não perde-lo. É claro que não precisa seguir à risca cada linha do seu planejamento, as oportunidades podem surgir de formas imprevisíveis quando estiver no exterior, mas maiores objetivos como o seu trabalho e aprendizagem não podem ser deixados de lado.

2. Contratar uma agência não especializada

O programa de intercâmbio é uma prestação de serviços, por isso deve ser feita por intermédio de uma agência especializada e que tenha cumprido os seus objetivos para com os jovens intercambistas. Antes de fechar qualquer contrário, busque pela reputação na empresa no Procon e entre outros intercambistas, muitos escrevem em sites e blogs na internet como foi suas experiências com as agências e como se viraram diante de problemas causados por causa de negligência de algumas. Outro sinal de que uma empresa é de confiança: algumas oferecem seguro viagem para que você esteja protegido mesmo fora do país. Mas é preciso verificar até mesmo a procedência do seguro e sua capacidade de cobertura.

3. Não ter conhecimentos sobre o país de destino

Mesmo que boa parte do aprendizado sobre costumes, cultura e idioma do país serão na prática, mas você não pode viajar estando completamente leigo sobre o lugar. Pesquise o local de estudo ou trabalho, as comidas típicas, os pontos turísticos e costumes de religião ou comportamentais para não fazer feio quando for recebido no país. É preciso estar com a mente aberta para novos hábitos e culturas, para isso, não chegue com preconceitos e mostre-se disposto a aprender e entender.

4.Não fazer planejamento financeiro

Mesmo que você vá trabalhar no país escolhido para seu intercâmbio, é preciso que você leve um dinheiro proporcional as suas necessidades básicas no exterior, além de precisar pagar a agência e a passagem, é claro. Já no país, planeje o quanto pode gastar do dinheiro que consegue lá, e não se esqueça de guardar. E claro, por questões de segurança, não leve todo o dinheiro em espécie. Hoje há a facilidade do VTM (Visa Travel Money), uma forma mais segura de levar 80% do seu dinheiro em débito, para utilizar e sacar somente quando necessário. Os outros 20% ficam a mão para a necessidade de rápidos lanches ou pagar transporte público na sua nova cidade.






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