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SÍNDROME DE HELLP NA GRAVIDEZ

Autor: Textual Conteúdo
Publicado em: Saúde

SÍNDROME DE HELLP NA GRAVIDEZ

A Síndrome de HELLP na gravidez é uma complicação que ocorre durante a gestação e é pouco conhecida, pois é bastante rara, atingindo entre 0.2% a 0.6% das gestações.O seu diagnóstico nem sempre é fácil e pode acometer a mulher após o parto também. Em casos extremos leva ao falecimento da mãe.

A sigla HELLP deriva da abreviação dos seguintes termos em inglês: hemólise (H, hemolytic anemia – quebra de hemácias), elevação de enzimas hepáticas (EL, elevated liverenzymes) e baixa contagem de plaquetas (LP, low plateletcount). Essas são, aliás, as principais características da síndrome, que é mais comum em mulheres que sofreram de pré-eclâmpsia (hipertensão provocada pela gravidez).

Estudos apontam que apenas 8% das mulheres grávidas que passam pelo quadro de pré-eclampsia desenvolvam o problema. O que prejudica o diagnóstico é o fato de os primeiros sintomas da síndrome serem semelhantes aos da pré-eclampsia grave.

Entre eles, estão inchaço e aumento da pressão arterial. Outro sintoma que pode acometer a mulher com o problema é perda de proteína na urina. Em um quadro avançado de Síndrome de HELLP, é comum que a gestante apresente ainda insuficiência renal, falência cardíaca, edema agudo dos pulmões, hemorragias e ruptura do fígado.

Esses quadros são graves e podem causar a morte.Problemas neurológicos como dor de cabeça e desorientação, dor na região do fígado e do estômago e eventuais tonturas, náuseas e vômitos são outros sintomas que merecem preocupação.

Mais informações sobre a Síndrome de HELLP

A doença é diagnosticada por meio de exames laboratoriais e clínicos. Quanto ao tratamento em muitos casos aconselha-se interromper a gravidez. Só assim poderá ser revertida a situação geral da paciente. Além disso, muitas vezes, o feto não sobrevive.

A Síndrome de HELLP na gravidez é mais comum em mulheres que tenham problemas crônicos do coração e nos rins, além de pacientes com lúpus sistêmico e diabetes. Além disso, não existe como evitar a doença, sendo que gestantes que passaram pelo quadro e engravidam uma segunda vez podem tomar algumas precauções a fim reduzir o risco de sofrer da síndrome.

Entre as medidas que colaboram para a nova gravidez está o controle do peso, ter uma dieta e estilo de vida saudável e fazer um pré-natal bem assistido. Quando existem chances da mulher seguir com a gestação, opta-se por um tratamento paliativo, que consiste em muito repouso e tratamento das crises convulsivas e da pressão arterial.

Já o bebê pode nascer prematuramente, além disso, a placenta pode não te o desenvolvimento normal, assim, o feto não se desenvolve de forma adequada. A síndrome costuma aparecer a partir do meio para o final da gestação, mas também atinge grávidas até os três meses.






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