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DIFERENÇAS ENTRE DEMÊNCIA E MAL DE ALZHEIMER

Autor: Textual Conteúdo
Publicado em: Saúde

Quando se trata de idosos, nem sempre fica clara a separação entre os problemas mentais que podem atingir o ser humano, sendo difícil determinar as diferenças entre demência e mal de Alzheimer.

DIFERENÇAS ENTRE DEMÊNCIA E MAL DE ALZHEIMER

A demência é um termo bastante amplo, que abrange uma séria de transtornos, incluindo todos os sintomas mentais e físicos que acometem de forma profunda o bastante para chegarem a interferir na realização das tarefas diárias de uma pessoa. Por isso, tanto o mal de Alzheimer, que afeta a memória, como o mal de Parkinson, que afeta a função motora, podem ser definidas como demência.

De acordo com a definição de pesquisadores, existem alguns sinais principais que caracterizam a demência, entre eles a perda de memória, dificuldade na fala, ausência do poder de decisão, mudanças no humor e na personalidade e confusão mental. Quem sofre de alguma demência pode ainda acabar perdendo sua capacidade de controlar as emoções e resolver problemas. A demência nesses casos geralmente acaba se encaminhando para o desenvolvimento do mal de Alzheimer.

Sintomas do mal de Alzheimer

Além dos sintomas acima descritos, que podem acometer diversos tipos de demência, o mal de Alzheimer ainda apresenta paranoia, alucinações e agitação, dificuldade de coordenação e prejuízo nas atividades sociais e profissionais como reflexo. Somente uma bateria de exames pode ser suficiente para que os médicos consigam determinar a doença que esta acometendo o paciente e qual é a causa da demência. Entre os testes estão exames de sangue, testes neuropsicológicos, avaliação do estado mental e tomografias cerebrais. Com base nos sintomas, no exame e no histórico, os médicos conseguem diagnosticar com precisão qual é a origem dos sintomas da demência em 90% dos casos avaliados.

Casos mais conhecidos: o mal de Alzheimer é a mais notória entre as demências hoje conhecidas e diagnosticadas. Conforme uma pesquisa realizada por institutos dos Estados Unidos, o Alzheimer representa entre 50 e 70% das alterações cerebrais em pacientes que tem mais de 65 anos. O Alzheimer, entretanto, só pode ser diagnosticado com precisão após a morte do paciente, submetendo o cérebro a autópsia. Essa dificuldade chegou a limitar o trabalho dos médicos no combate e tratamento do Alzheimer por muitos anos.

Como age o Alzheimer: a pessoa que tem o mal de Alzheimer tem em seu organismo algumas proteínas que impedem o funcionamento correto e esperado do cérebro. Essa limitação acaba limitando e afetando a seção do cérebro que controla o pensamento abstrato, a memória, a capacidade de julgamento, a linguagem, o movimento e o comportamento. Em situações mais graves, a pessoa que sofre do Mal de Alzheimer pode chegar a enfrentar momentos em que não terá mais capacidade de reconhecer seus familiares e até a si mesmo, tornando o processo muito doloroso.






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