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CUIDADOS NO CRUZAMENTO DE ANIMAIS

Autor: Textual Conteúdo
Publicado em: Dicas

CUIDADOS NO CRUZAMENTO DE ANIMAIS

Quem ama e cria animais de estimação tende a querer ver seus pets se reproduzindo. Por isso, é comum que muitos donos queiram cruzar os seus bichinhos em prol da reprodução. Além do desejo de receber os filhotes, você deve ficar atento aos detalhes ao tomar cuidados no cruzamento de animais, como espaço e dinheiro para alimentar uma nova ninhada. E as condições de criação devem ser suficientes para você nem pensar em abandonar animais por não estar preparado para recebê-los.

Algumas pessoas também estimulam o cruzamento entre animais para vender os filhotes, o que é ilegal se o tratamento dos animais não for feito em criadores que cumpram todas as exigências do Ministério da Saúde. Além disso, os cuidados no cruzamento de animais também incluem oferecer a devida alimentação, bem como a possibilidade de castração dos filhotes antes da venda.

Além dessas questões legais, alguns cuidados biológicos precisam ser considerados antes de estimular o cruzamento, pois a falta de conhecimento entre raças pode resultar em pets com anomalias genéticas e problemas neurológicos e físicos. Portanto, saiba como agir a fim de evitar esses erros mais comuns.

Principais cuidados no cruzamento de animais

1. Cruzando os cachorros

Para um acasalamento de cães tranquilo e correto, é preciso ficar atento a fatores como porte e raça dos animais. Também é essencial lembrar que o macho do casal a ser cruzado precisa ser de tamanho igual, similar ou menor que o da fêmea; nunca maior, pois isso pode gerar sérios problemas na gestação dela e, em casos mais graves, levar a cadela a óbito. Além disso, fique ligado se a raça dos cães é a mesma.

Após levar em conta esses requisitos básicos, a saúde dos cães que irão cruzar também deve ser avaliada, visto que nenhum deles pode ter doenças ou estar com imunidade baixa e saúde debilitada. Dê preferência a cães de comportamento mais dócil, pois no caso de espécies muito agressivas, eles podem machucar um ao outro.

O melhor local para o acasalamento é onde vive o macho e, se possível, longe de onde mora a cadela. O cheiro dela e o cio atraem uma série de candidatos ao cruzamento e o casal precisa estar em um lugar calmo e acolhedor, sem agitações e possíveis ameaças de outros bichos da mesma espécie. Se for um lugar que nenhum dos dois conheça, dê tempo ao macho para que ele possa marcar seu local.

Em geral, a idade dos animais também é muito importante para que o acasalamento seja saudável. O macho inicia as atividades a partir do décimo oitavo mês de vida. Já a fêmea pode cruzar a partir de seu terceiro cio. E, se possível, monte um casal de cães que já se conhecem, uma vez que isso pode facilitar o entrosamento. Geralmente, a cadela costuma rejeitar cachorros com os quais ela não está familiarizada.

2. Cruzando os gatos

Assim como no caso dos cães, é preciso ter atenção em relação à raça, ao tamanho e à saúde do casal de gatos a ser cruzado. Os cuidados com a saúde devem ser redobrados, para evitar problemas na gestação da fêmea e no desenvolvimento nos filhotes.

As gatas obesas ou debilitadas não devem cruzar, pois durante a medicação, não se deve dar nenhum tipo de remédio que possa ser necessário para sua saúde, como vacinas e vermífugos. Assim como nas cadelas, a maturidade sexual da gata deve ser medida pelo número de cios. Entretanto, as gatas não sangram nesse período. Logo, para identificar o momento certo para a fêmea acasalar, observe se ela está miando mais, se anda se arrastando no chão ou se esfregando pelos móveis da casa.

Já os machos podem cruzar a partir dos 12 meses de vida, quando começam a apresentar comportamentos característicos quando sentem a presença de uma fêmea no cio por perto. Uma das características dessa fase é a liberação de jatos de urina com odor forte para marcar território e chamar atenção da felina.

As gatas também costumam recusar as investidas do macho de sua espécie. Muitas vezes, elas escolhem quando eles disputam entre si e um mostra maior virilidade. Como a ovulação das felinas só acontece a partir do coito, talvez sejam necessárias muitas tentativas até que haja fecundação.

3. Animais com parentesco

Além dos cuidados já citados para cada espécie, é necessário lembrar esta recomendação básica para o acasalamento de animais domésticos: evite o acasalamento entre bichos com algum tipo de parentesco, para evitar problemas na geração dos filhotes. Assim como acontece com os seres humanos, filhos de animais consanguíneos podem ter mutações genéticas graves, além de problemas neurológicos.

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