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CUIDADOS AO INTERROMPER A TERAPIA

Autor: Textual Conteúdo
Publicado em: Saúde

CUIDADOS AO INTERROMPER A TERAPIA – Muito associada ao tratamento da depressão, a terapia pode ajudar um paciente também a superar outros problemas, como o pânico e a ansiedade. A terapia é um caminho para a pessoa buscar o autoconhecimento. Em todos os casos, há um momento em que chega a hora de parar de fazer terapia, e como saber quando é esse momento? Sempre surgem dúvidas no processo, sobretudo quando o trabalho do terapeuta segue por meses ou anos. Uma coisa é certa, como qualquer tipo de tratamento, não é indicado interromper a terapia sem a avaliação de alta do terapeuta. Mas sabemos que podem ocorrer situações em que se torne imprescindível o rompimento das consultas. A seguir você irá conferir alguns cuidados ao interromper a terapia que irão ajudá-lo a tomar essa importante decisão.

Principais cuidados ao interromper a terapia

– Respeite seu tempo

Há inúmeros tipos de terapias diferentes: clássicas, alternativas e modernas, mas mesmo com diferentes métodos, o tempo ainda é indeterminado, pois varia da necessidade de cada pessoa. Somente os processos terapêuticos breves e bem específicos, que tratam questões como luto ou divórcio, por exemplo, costumam levar um período de três meses a um ano, mas ainda depende da superação do paciente para ser continuada ou não.

CUIDADOS AO INTERROMPER A TERAPIA

Quem interrompe? Em tese, é o terapeuta ou o psiquiatra que determina o momento em que o paciente não precisa mais de tratamento. Mas todo paciente tem autonomia para interromper a terapia caso não se sinta confortável com as sessões ou não sinta melhora.

– A hora da alta da terapia

O desligamento das sessões de terapia costuma ser gradual. Há um vínculo entre o paciente e o terapeuta que não deve ser cortado de uma hora para outra, por isso mesmo que o terapeuta perceba a melhora, há um processo de desligamento a ser respeitado. Normalmente o terapeuta sinaliza que o fim das sessões está próximo, mas ainda há retornos num período estabelecido para acompanhamento.

– Ache um bom motivo

Se você não quer mesmo esperar a alta do terapeuta, analise o porque interromper o tratamento. A falta de empatia com o profissional costuma ser uma boa razão, não há motivos para continuar se tratando com alguém que você não gosta ou não confia.

Mas tenha certeza se você está sendo mal compreendido ou atendido pelo psicoterapeuta, pois muitas vezes, passando por estes transtornos que precisam ser tratados, como problemas de humor, ansiedade e esquizofrenia, podem mudar sua opinião facilmente e você pode se arrepender de abandonar o tratamento no futuro. Se a forma com que suas questões pessoais são abordadas pelo profissional também incomoda, fale. Você está na terapia justamente para dizer o que lhe incomoda e o tratamento não vai dar certo se você apenas engolir o incomodo. Se mesmo depois de desabar sobre isso não resolver seu constrangimento na sessão, procure outro profissional, pois assim o tratamento não será bom como deveria.

– Dê um tempo

Ao invés de pensar em desistir de vez, dê um tempo na terapia. Relembre por que precisa disso, e considere procurar novos especialistas. Muitos pacientes precisam de um distanciamento do processo psicoterápico para continuar um tratamento da melhor forma possível.






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