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COMO TER UMA CESTA BÁSICA SAUDÁVEL

Autor: Textual Conteúdo
Publicado em: Saúde

COMO TER UMA CESTA BÁSICA SAUDÁVEL

A cesta básica é encarada como um benefício para o trabalhador, já que colabora para minimizar os gastos com alimentação. O modelo atual de cesta básica não contempla toda a diversidade de nutrientes necessários para uma alimentação saudável, no que se refere aos macro e micronutrientes. Tampouco é suficiente, na maioria dos casos, para alimentar todos os dependentes de quem a recebe. Mas como ter uma cesta básica saudável?

O atual modelo de cesta básica conta com pouco arroz, muito óleo, ausência de carnes, frutas, legumes ou vegetais. Por outro lado, a cesta traz excesso de colesterol, gorduras trans e açúcares, presentes nos biscoitos, bolos e outros supérfluos por vezes incluídos de modo a tornar o conjunto de alimentos mais atraente.

Instruções de como ter uma cesta básica saudável

São 13 os itens da cesta básica do brasileiro: carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, pão, café, banana, açúcar, óleo e manteiga. Mas para quem quer dar início a uma nova alimentação, mais sadia, alguns itens podem ser substituídos por opções mais saudáveis. É o caso da batata e do tomate, por exemplo.

A batata e o tomate são da família das solanáceas, que é uma família de plantas tóxicas. Elas agridem as juntas e a mineralização (processo em que os componentes orgânicos são substituídos por constituintes minerais) dos ossos. Outra boa saída é produzir em casa alguns desses alimentos que os nutricionistas propõem. É o caso do Ghee (que substitui a manteiga), do leite de amêndoas e do pão integral. Fica mais em conta. Existem modelos de cestas básicas que oferecem produtos mais especializados, como com baixo teor de gordura ou de glúten, mas dificilmente são os modelos escolhidos por empresas, por exemplo, já que apresentam um custo elevado.

Outra faceta importante da cesta básica é ter se tornado, ao longo dos anos, um parâmetro econômico. O próprio Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) utiliza a cesta básica em diversos estudos para aferir, por exemplo, quanto se trabalha nas distintas regiões do país para poder adquiri-la. E o resultado não é animador. Em março de 2009, o paulistano levou quase 105 horas para comprar a chamada ração essencial, que custa na capital, em média, R$ 222,00. A cidade mais cara foi Porto Alegre, onde se trabalhou quase 113 horas para adquirir os mesmos alimentos ao custo de R$ 238,73.

Pronto, agora que você conhece as principais características da cesta básica, é importante considerar as nossas dicas para que você e sua família tenham todos os nutrientes necessários a partir dos alimentos consumidos diariamente. Caso você tenha pouco dinheiro disponível, pesquise formas de substituir determinados alimentos sem a necessidade de gastos exorbitantes, para não comprometer a alimentação de quem consome os produtos da cesta básica.




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