PODE FAZER DIETA DURANTE A GRAVIDEZ?

PODE FAZER DIETA DURANTE A GRAVIDEZ? – Dieta não é algo exatamente proibido para as gestantes, porém é preciso de muito cuidado com a alimentação durante esse período. Além disso, se você optar por fazer uma dieta, deve seguir à risca todas as recomendações médicas para evitar colocar seu bebê em risco. Mas antes de ter certeza se você deve ou não batalhar para perder os quilinhos extras, confira a seguir se você realmente pode fazer dieta durante a gravidez e como fazer isso da forma mais saudável e segura.

A mulher pode fazer dieta durante a gravidez com saúde?

A mulher não precisa necessariamente comer por dois por estar carregando um filho na barriga, mas sim consumir os nutrientes e vitaminas para ter nove meses tranquilos e sem perigo de hipertensão, diabetes ou outros problemas de saúde. Em tempo, a dieta da grávida deve focar em sua saúde e a do bebê, e não no emagrecimento. Afinal de contas, é normal engordar durante a gravidez e é preciso respeitar este período sem dietas radicais. Lembre-se que o peso que você ganha durante esse período não significa necessariamente gordura.

PODE FAZER DIETA DURANTE A GRAVIDEZ?

Seu corpo vai mudar, tem o peso do próprio bebê, da sua placenta, do útero e até dos seus seios que ficam volumosos graças ao leite, a se considerar. Por isso, nada de neuras sobre estar gorda, respeite as mudanças que seu corpo precisa fazer neste período. Se a sua intenção de fazer dieta durante a gravidez é para manter um corpo saudável e consequentemente, seu filho, além de procurar um nutricionista e visitar sem o pediatra e o ginecologista, há alguns alimentos que você pode evitar ou abusar durante a gestação, conheça eles:

O que evitar para não ter sobrepeso na gravidez

– Os peixes e frutos do mar não são recomendáveis, pelo menos não crus. Carne bovina e de porco malpassadas também são muito pesadas para o estômago de uma grávida, por isso é recomendável grelhar os peixes e escolher carnes magras.

– Fique longe também de alimentos que causam alergia, como nozes, castanhas e amendoim, principalmente se alguém de sua família tem problema com algum deles. Mesmo que você nunca tenha tido problemas com alergia de alimentos, é possível que a sensibilidade na gravidez desperte algum problema.

– Como a maioria deve ser, o consumo de álcool também é prejudicial ao feto, mas também o café pode causar o mesmo efeito, prefira sem descafeinado.

O que está liberado na gravidez

Nem tudo na dieta durante a gravidez é restrição. Há alimentos que não só estão liberados para consumo como também fazem bem a gestação e ao bebê que está crescendo na barriga:

– Os vegetais, bem coloridos de preferência, são um exemplo de benefícios para a gravidez. Cada vegetal traz em sua cor um nutriente que é essencial na gestação.

– Na sobremesa, aposte em frutas bem doces, ou na gelatina, que pode facilmente substituir aquele doce gorduroso.

– Acrescente também os grãos e troque os carboidratos por suas versões integrais a sua dieta diária.

– Hidratação é fundamental: se em uma dieta comum a água é um fator importante, quem dirá agora que você está responsável pela sua nutrição e a do seu filho ao mesmo tempo? Beba muita água, sucos e aposte também em vitaminas para dar energia.

COMO MELHORAR DOR NAS COSTAS NA GRAVIDEZ

COMO MELHORAR DOR NAS COSTAS NA GRAVIDEZ

Apesar de ser um momento mágico e marcante na vida das mulheres, a gravidez não é só mil maravilhas para a mãe. Entre as reclamações e os incômodos mais comuns por parte das gestantes, a dor que impacta a região da coluna é uma das mais desconfortáveis, e que pode atrapalhar a rotina. Então, você deve saber como melhorar dor nas costas na gravidez.

A dor nas costas durante a gravidez pode aparecer por diferentes fatores. Além do aumento de peso, o qual costuma  ser considerado a principal causa do problema, muitas vezes as alterações hormonais são responsáveis pelo problema, ou mesmo a extensão dos órgãos e aumento da massa corporal de forma tão rápida, para que o corpo possa acolher o bebê dentro dele.

Pois é, as dores na coluna são quase inevitáveis durante esse período de nove meses, podendo aparecer sem aviso e desestabilizar a mulher num momento em que ela precisa estar relaxada e concentrada, para que o bebê nasça de forma saudável. Porém, é possível diminuir o impacto das dores na coluna, e até a relaxar o corpo da gestante.

Veja como melhorar a dor nas costas na gravidez

1. Pratique exercícios

Alguns exercícios, como a hidroginástica, que a maioria das gestantes aderem para fugir das dores nas costas, fortalecem o abdômen e a parte inferior das costas, aliviando o problema. Antes de começar a praticar, avise o médico que acompanha a gestação e peça indicações dos melhores esportes a se praticar para aliviar as dores nas costas.

Mesmo que você já tenha tido experiência com o esporte antes da gravidez, não se esforce mais do que pode aguentar por causa das mudanças pelas quais seu corpo está passando. Além disso, pratique o suficiente para aliviar a dor e relaxar o corpo.

2. Apóie-se sempre

Para a gestante que trabalha sentada, um banquinho para erguer os pés e alinhá-los com a coluna, ou um suporte para as costas ao se sentar, podem ajudar muito. Ao se sentar na cama ou no sofá, também coloque um travesseiro atrás da parte inferior das costas como apoio, para aliviar a dor.

3. Caminhe bastante

Estar grávida não é estar doente, e você não precisa ficar na cama o tempo todo por causa disso! Caminhe bastante para que seu corpo comece a se acostumar com seu novo peso e para que você aprenda a ficar de pé ou se curvar de um modo que não sinta na coluna.

4. Mude os sapatos

Quem tem hábito de andar de salto alto deve esquecê-los durante a gravidez. A postura que eles projetam no corpo, mais o peso que você carregará, poderão atrapalhar você e prejudicar sua coluna. Prefira saltos baixos e com bom suporte durante os nove meses de gestação.

COMO SABER O DIA QUE ENGRAVIDEI

COMO SABER O DIA QUE ENGRAVIDEI

É normal que quando a mulher descobre que está grávida fique curiosa em saber qual o dia exatamente em que iniciou a gestação. Para responder à pergunta: como saber o dia que engravidei é possível se valer de algumas dicas bem fáceis e úteis.

Porém, vale lembrar que o dia da fecundação do óvulo não é necessariamente o primeiro dia da gravidez, da mesma forma o óvulo nem sempre é fecundado no mesmo dia em que houve a relação sexual. O espermatozoide pode viver até cinco dias no útero da mulher, à espera do óvulo.

Para explicar melhor: o dia que iniciou a gestação é aquele que foi o primeiro dia da última menstruação que você teve. No entanto, isso não significa que a mulher ficou grávida quando menstruada, mas sim que um novo ciclo iniciou, que é quando o organismo começa a preparação para receber o feto.

Na realidade, todos os meses o corpo da mulher se prepara para iniciar uma gestação e quando nenhum espermatozoide fecunda o óvulo a consequência é a menstruação. Já para saber quando o óvulo foi fecundado é preciso identificar qual foi o dia da ovulação, que costuma ser no meio do ciclo menstrual.

Em mulheres com ciclos regulares, de 28 dias, a metade do ciclo é, portanto, 14 dias depois do início do ciclo menstrual, que é o primeiro dia da menstruação. Assim, quem tem o ciclo menstrual regular pode calcular o dia da fecundação, sendo que como já dito não precisa ser exatamente no 14º, mas também dois dias antes e depois.

Mais dicas de como saber o dia que engravidei

Se a mulher teve mais de uma relação sexual durante o seu período fértil não é possível dizer em qual dos momentos houve a ovulação, pois o espermatozoide pode se manter por vários dias no corpo da mulher. Já que o dia exato da fecundação é difícil de precisar, responder à pergunta como saber o dia que engravidei é possível, desde que sejam levados em consideração em torno de cinco dias.

Porém, existem exames que podem ajudar a deixar a resposta mais precisa, como o ultrassom, que pode ser realizado nos três primeiros meses de gravidez. Isso é possível porque o médico poderá saber quantas semanas o bebê já tem ao observar o seu tamanho.

É esse indicativo e demais cálculos médicos com base em exames de imagem que permite ao profissional dar a idade gestacional do bebê e mesmo calcular em que dia ele possivelmente irá nascer. Porém, se o ultrassom for feito após a 14ª semana de gestação ficar mais difícil precisar, pois a partir desse momento os fetos crescem com velocidades diferentes.

QUAIS SÃO OS PRIMEIROS SINTOMAS DE GRAVIDEZ?

QUAIS SÃO OS PRIMEIROS SINTOMAS DE GRAVIDEZ?

QUAIS SÃO OS PRIMEIROS SINTOMAS DE GRAVIDEZ? – Existem muitos sinais que podem indicar que uma gestação iniciou. Nem todas as mulheres passam por eles todos, mas saber quais são os possíveis primeiros sintomas de gravidez vai facilitar a descoberta da fecundação do seu óvulo. Assim, é possível já iniciar os cuidados necessários, como os exames pré-natais, e os preparativos para a chegada do bebê.

Vale dizer que os primeiros sintomas aparecem normalmente três semanas depois de haver a concepção, porém, não é raro que os sinais surjam apenas seis dias após a fecundação. Um pequeno sangramento vaginal é um dos primeiros sinais, causada pela implantação do óvulo na parede do útero, o que acontece em até 12 dias após a fecundação do óvulo.

Como outros sinais da gestação, esse sangramento pode ser confundido com a menstruação. Além disso, no primeiro trimestre de gravidez, é normal que a mulher apresente outros pequenos sangramentos. Outro sintoma do início da gravidez é a cólica ou dor abdominal, mais um motivo para a gestação ser confundida com a menstruação.

Essa dor ocorre em decorrência do sangramento leve, bem como o inchaço na barriga e o desconforto no abdômen. A mulher também pode ter contrações uterinas, o que ocorre por causa das mudanças pelas quais está passando. No entanto, esses sinais são mais amenos do que se fosse uma menstruação.

Já o atraso menstrual é um dos sintomas mais evidentes de que a gestação iniciou. Porém, esse sinal nem sempre é tão claro às mulheres, inclusive, as com ciclo menstrual irregular, pois nesse caso é mais difícil perceber atrasos.

Mais sobre os quais são os primeiros sintomas de gravidez

O aumento dos seios e dor nas mamas também são sinais do começo de uma gravidez, sendo que esses sintomas podem aparecer quando a mulher está com apenas uma ou duas semanas. A dor se assemelha mais a uma sensibilidade dos mamilos, que pode estar acompanhada de inchaço, que incomoda até mesmo ao vestir o sutiã.

Os seios podem ainda mudar de aparência, tornando-se mais escuros e com veias mais visíveis ao seu redor. Náuseas e vômitos também são bem comuns no início da gestação, inclusive, entre a sexta e décima segunda semana, sendo que algumas mulheres podem apresentar esses sinais já na segunda semana.

A prisão de ventre é mais um dos primeiros sintomas de gravidez, já que o organismo começa a produzir mais progesterona, provocando a expansão do útero que, por sua vez, pressiona os intestinos. Assim como os seios, a barriga também pode ficar inchada, o que também é uma consequência do aumento do útero.

Além desses, outros sintomas iniciais são: mais vontade de fazer xixi, cansaço, alteração do olfato e do paladar e vontade de comer alimentos diferentes, maior incidência de gases, mudanças de humor, tontura, acne, corrimento vaginal e dor de cabeça e na lombar.

HÁBITOS SAUDÁVEIS PARA ENGRAVIDAR

HÁBITOS SAUDÁVEIS PARA ENGRAVIDAR

Quando você decide ser mãe, muitas preocupações e ansiedades vêm a tona. A maior delas é como ter uma gravidez saudável para você e para seu bebê. Por isso, toda futura mamãe já deve se preparar com hábitos saudáveis para engravidar. É preciso ir além dos primeiros passos, que são consultar um ginecologista e um obstetra para checar se está fértil. A vida fora do consultório também funciona como estimulante para sua fertilidade. É necessário se preparar para as mudanças físicas que virão nos nove meses, e também facilitar a ovulação. Tudo isso é possível com alguns cuidados básicos.

Conheça os hábitos saudáveis para engravidar

1. Peça a receita de ácido fólico

Algumas mulheres precisam de uma dose extra de vitaminas para que seus bebês se desenvolvam com saúde. A melhor fonte para encontrar esse fortalecimento é o ácido fólico, que deve ser ingerido ao menos três meses antes do início das tentativas de engravidar.

O seu ginecologista provavelmente irá recomendar o uso do ácido fólico ao saber do seu desejo de engravidar e se perceber que haverá dificuldades. A quantidade normalmente recomendada é de 0,4 mg da vitamina.

2. Coma bem

Comer bem é uma forma de fortalecer o efeito do ácido fólico, além de ajudar a manter o seu peso equilibrado para uma gravidez mais saudável. A prática irá trazer benefícios para o seu bebê, vai melhorar a sua postura e evitar dores e inchaço nas pernas.

Removendo alguns alimentos que fazem mal para o feto e para a gestante, você também vai diminuir os ricos de doenças graves, como diabetes gestacional, hipertensão e doenças cardiovasculares.

3. Mexa-se

Como dizem, gravidez não é doença, e menos ainda a tentativa de engravidar! Mantenha o seu corpo saudável fazendo-o ativo. Comece pegando leve na rotina de exercícios e vá aumentando o ritmo conforme for se acostumando. Uma caminhada ou uma pedalada diária todos os dias, talvez? Ou ainda aulas de dança e musculação.

Claro que, durante a gravidez, o ritmo deverá ser diminuído, e o peso também, mas é preciso manter os exercícios para vencer o cansaço, ao menos nos primeiros seis meses. O seu corpo mostrará resultados durante os nove meses de gestação e você não irá se arrepender.

4. Faça todos os check-ups necessários

Aproveite os meses antes do início da gravidez para ir ao dentista e ao nutricionista. O primeiro profissional irá avaliar se está tudo bem com sua gengiva e arcada dentária, que podem ficar muito sensíveis durante a gravidez, época em que o tratamento não é recomendável. Já o nutricionista pode montar uma dieta saudável para impulsionar a sua gravidez e depois acompanhar o seu fortalecimento.

Sendo assim, é fácil ter hábitos saudáveis para quem deseja conceber um filho.

O QUE SABER SOBRE GRAVIDEZ GEMELAR

O QUE SABER SOBRE GRAVIDEZ GEMELAR

Você que está planejando ser mãe conhece a probabilidade de ter filhos gêmeos? Para esclarecer essa e outras dúvidas, confira o que saber sobre gravidez gemelar, que além de dois bebês pode gerar mais filhos de uma única vez. Esse tipo gestação também se chama múltipla.

Na verdade, a gravidez de dois ou mais bebês, devido a questões hereditárias, não é muito comum, podendo ocorrer uma vez em cada 90 gestações, sendo que na raça negra os gêmeos, trigêmeos, etc, são mais comuns. No entanto, quando se tratam dos métodos de reprodução assistida, a incidência de gestações múltiplas é maior, correspondendo a 3,2% delas.

Além disso, com o passar dos anos, desde que foi gerado o primeiro bebê de proveta, o número de gestações de gêmeos e trigêmeos aumentou em torno de 70%. A probabilidade de nascer mais de um bebê quando é feito um tratamento para infertilidade gira em torno de 15%. Mesmo que para muitas mulheres seja um sonho que se torna realidade, a verdade é que a gestação de mais de um bebê exige cuidados extras.

Nesses casos, as chances de haver complicações são grandes. É comum que bebês gêmeos nasçam prematuros ou com baixo peso. Para a gestante, os problemas que podem aparecer são de pressão arterial, anemia, diabetes e mesmo a depressão pós-parto.

Mais informações sobre o que saber sobre gravidez de gêmeos

A gravidez de gêmeos ou mais bebês torna-se mais comum nos casos de reprodução assistida porque para aumentar as chances do tratamento obter sucesso os especialistas usam um maior número de embriões. No entanto, existem restrições conforme a idade da mulher. No caso dela ter até 35 anos o máximo que pode receber é dois embriões.

Já quem deseja ser mãe e tem de 36 a 40 anos pode receber até três embriões e, mulheres acima dos 40 anos, quatro embriões. Quanto à gravidez gemelar natural, que tem como causa fator genético, é mais possível que a mulher tenha gêmeos ou mais filhos apenas se na sua família existem casos de gestação múltipla.

Isso acontece porque existem famílias onde há uma maior facilidade de haver fecundação de dois ou mais óvulos ao mesmo tempo. Porém, é possível ainda que mesmo sem casos na família a mulher tenha gêmeos. A explicação para isso pode estar na idade da mãe, no caso dela ter entre 35 e 40 anos. À medida que o corpo envelhece aumentam os hormônios que estimulam a produção de mais óvulos por vez.

Indícios apontam ainda que mulheres que fizerem uso de anticoncepcional por muito tempo também têm mais chances de gestação gemelar. Outro fator é a estatura, sendo que as mais altas possuem 30% mais chance de ter gêmeos ou mais filhos de uma única vez.

COMO SABER SE ESTOU GRÁVIDA

COMO SABER SE ESTOU GRÁVIDA

São vários os sintomas que indicam que uma gestação começou e, por isso, como saber se estou gravida costuma ser relativamente fácil. Porém, é preciso um exame para comprovar de forma exata que você vai se tornar mãe.

Esse exame é feito por meio de uma amostra de urina ou sangue, no qual se detecta o hormônio hCG (Beta-hCG). Quando o organismo feminino começa a produzi-lo é sinal de que a mulher está grávida. Além disso, outro exame que comprova a gestação é a ultrassonografia do útero.

Embora os sintomas comuns de uma gravidez não possam dar 100% de certeza que uma mulher engravidou, eles são os primeiros que sinalizam essa possibilidade à mulher. Entre eles, o mais evidente e motivo de preocupação é quando há atraso da menstruação, embora isso possa ter uma série de outros motivos.

A mulher pode saber que está grávida, ainda, devido aos seios inchados, enjoos e outros sintomas que coincidentemente também sinalizam em algumas mulheres a TPM. Outros sinais que podem indicar uma gravidez são aumento do abdômen e desejos de comer o que não é comum.

Mas por todos esses sintomas serem evasivos, além de poderem estar associados a outras circunstâncias o melhor é fazer o exame de gravidez, encontrado em qualquer farmácia, ou o de sangue ou urina. Isso é importante para que, tão logo se certifique de que está grávida, inicie os exames pré-natais que tornam a gestação mais tranquila para a mãe e o bebê.

Mais de como saber se estou grávida

Além disso, é importante dizer a quem se pergunta “como saber se estou grávida” que o exame de sangue ou de urina para detectar o hormônio hCG vai apenas ser eficiente se a mulher esperar uma semana para realizá-lo. Isso porque o hCG começa a ser produzido pelo organismo apenas após o sétimo dia da fecundação do óvulo pelo espermatozoide.

Quem está contando os dias para fazer esse exame deve ainda levar em consideração que nem sempre o dia da fecundação é exatamente o mesmo dia em que houve a relação sexual. Isso ocorre porque os espermatozoides sobrevivem no aparelho reprodutor da mulher até sete dias, quando ainda está apto a fecundar o óvulo.

Por isso, o melhor é esperar duas semanas então para fazer o exame de sangue ou urina, sendo que o de sangue costuma oferecer resultados mais confiáveis. Outro método seguro para saber se está grávida é o teste de gravidez de farmácia, sendo que é preciso estar com mais de um dia de atraso da menstruação para realizá-lo.

Já a ultrassonografia transvaginal deve ser feita em torno de duas semanas depois que for percebido o atraso menstrual, pois ele consegue detectar o embrião quando esse já está na sua quarta semana de desenvolvimento.

CUIDADOS COM MALHAÇÃO NA GRAVIDEZ

CUIDADOS COM MALHAÇÃO NA GRAVIDEZ

As futuras mamães que gostam de praticar atividades físicas devem estar a par de quais são os cuidados com malhação na gravidez. Embora os exercícios sejam indicados para as gestantes, é preciso saber quais são as modalidades mais adequadas, desde que a gravidez não seja de risco e não existam outros problemas.

Além disso, as mulheres que não costumavam malhar antes de ficarem grávidas devem pegar menos pesado e mesmo as atletas devem dar uma moderada ao longo dos nove meses de gestação. Por isso, é recomendado para a mulher grávida que se exercite, em média, por 30 minutos, cinco vezes por semana.

Além de ajudar a manter o peso ideal e mesmo de voltar aos mesmos quilinhos anteriores à gravidez os exercícios são aliados na preparação do corpo para o trabalho de parto e colaboram para a circulação sanguínea. Eles também diminuem os casos de diabetes gestacional, a fadiga e mesmo o inchaço, que costumam afetar as gestantes.

Outro cuidado é que a gestante tenha o acompanhamento de profissionais capacitados e experientes a fim de indicar o melhor treino. Os cuidados com a malhação na gravidez devem ser maiores principalmente no primeiro trimestre. De qualquer forma, vale ainda, conversar com o seu médico para que ele indique a melhor maneira de você se exercitar nos próximos meses.

Mais dicas e cuidados com malhação na gravidez

Quando a mulher estava acostumada a treinos pesados, é preciso observar como está o ritmo do corpo e não ultrapassar os limites. Embora existam mulheres que continuem com o mesmo treino é preciso avaliar cada caso. Já se a gestante fazia musculação antes de engravidar ela também pode continuar com a atividade, embora a situação mude se houver um ganho de 12 quilos ou mais.

O mesmo cuidado com a malhação na gravidez ocorre quando a futura mamãe não engorda mais do que seis quilos, nesse caso, uma atividade pesada pode comprometer a saúde do feto. Mesmo que nem todos os especialistas cheguem a um consenso, a questão é que durante a gestação o ritmo respiratório e o sangue bombeado mudam.

Por sua vez, os exercícios intensos diminuem a quantidade de oxigênio que vai para o bebê e mesmo para a mãe. Por isso, maior hidratação e atenção à frequência cardíaca são essenciais em quaisquer casos. Além disso, as mulheres que levantam peso devem diminuir a carga, a intensidade e evitar os exercícios que sobrecarregam a barriga e a coluna.

Mais do que nunca, os alongamentos antes das atividades físicas são outros dos cuidados com malhação na gravidez. Uma dica para as futuras mamães é fazer hidroginástica, o exercício mais indicado, entre outros motivos, porque os seus movimentos reduzem o impacto sobre as articulações do corpo.

CUIDADOS COM ÁCIDO FÓLICO NA GRAVIDEZ

CUIDADOS COM ÁCIDO FÓLICO NA GRAVIDEZ

O ácido fólico é uma substância essencial para a formação completa do feto, sendo que muitas vezes é receitado o suplemento para gestantes garantirem a qualidade da sua gestação. Mesmo assim, é preciso saber quais são os cuidados com ácido fólico na gravidez.

Através de uma alimentação equilibrada também é possível abastecer o organismo com as quantias ideias do nutriente. Nesse sentido, quem pensa em ter filhos pode iniciar uma dieta saudável antes mesmo de engravidar, uma vez que especialistas afirmam que a eficiência do suplemento fica comprometida quando a substância é consumida apenas ao logo da gravidez.

Quem planeja quando vai iniciar a gestação pode ainda ingerir o suplemento de ácido fólico antes da concepção, bem como seguir com o seu uso nos próximos 90 dias. Tendo o cuidado de seguir a correta ingestão da vitamina, é possível alcançar os benefícios esperados do ácido fólico, principalmente, no que diz respeito a prevenir os defeitos do tubo neural do feto.

Isso porque o nutriente é uma vitamina do complexo B, chamado de vitamina B9 ou M, que atua no processo de proliferação das células e na formação de proteínas estruturais da hemoglobina. O uso adequado de ácido fólico pode diminuir em até 75% o risco de má formação no tubo neural do feto.

Esses problemas são os responsáveis pela paralisia de membros inferiores e incontinência urinária. A falta do nutriente pode causar ainda partos prematuros, graus variados de atraso mental e dificuldades de aprendizagem escolar. Por outro lado, nem sempre os médicos falam as suas pacientes sobre a importância do suplemento.

Mais dicas e cuidados com ácido fólico na gravidez

Mesmo quem ingere o suplemento de ácido fólico pode e deve ter uma alimentação saudável e equilibrada, principalmente, com os alimentos ricos nessa substância. É o caso das folhas verde escuras, entre elas, espinafre, couve, couve-flor e brócolis.

Outros alimentos ricos no nutriente são laranjas, morangos, milho, feijão, lentilhas, ervilhas e amendoins. Já na hora de complementar a alimentação, outro dos cuidados com ácido fólico na gravidez é que a quantia ideal seja prescrita pelo médico que está acompanhando a mulher que deseja engravidar ou que está grávida.

De forma geral, a dose fica em torno de 400 microgramas por dia, sendo que o suplemento de ácido fólico é consumido por meio de compridos. A sua principal função, que está associada à prevenção dos Defeitos Abertos do Tubo Neural, é explicada porque no início do desenvolvimento do bebê, o tubo neural é a parte que dará origem aos hemisférios do cérebro, bem como à medula espinhal e ao tronco cerebral.

O tubo neural deve fechar corretamente, caso contrário, as chances de malformações são grandes. Exemplos são anencefalia (ausência do cérebro), espinha bífida (má formação das vértebras da medula espinhal) e meningomielocele (defeito no fechamento da coluna vertebral).

QUANDO FAZER CIRURGIA PLÁSTICA NO PARTO

QUANDO FAZER CIRURGIA PLÁSTICA NO PARTO

Com os procedimentos estéticos cada vez mais comuns no Brasil, muitas mulheres pensam em aproveitar a cesariana, que também é uma cirurgia, para realizar a sua plástica. No entanto, o assunto é sério e requer algumas observações ao se questionar sobre quando fazer cirurgia plástica no parto.

Muitos especialistas são enfáticos em afirmar que a associação de cirurgia plástica abdominal e ginecológica, como a cesariana, nem sempre é uma boa ideia. Um dos motivos é que o risco de trombose e infecção é bem maior. Vale lembrar que a trombose ocorre quando se forma um coágulo, devido à falta de circulação.

Essa formação pode acometer a paciente durante ou depois a cirurgia, nas veias das pernas, mais normalmente. Pior do que isso é que se o coágulo for para o pulmão, o quadro passa a se chamar embolia, uma complicação potencialmente fatal. Além disso, caso a mulher faça a abdominoplastia, que serve para retirar o excesso de pele e gordura do abdome e reposicionar os músculos da parede abdominal, ela terá que ficar de repouso.

Nesse período, não deve carregar peso e nem fazer esforços, o que inviabilizaria o cuidado que a mãe deve ter com o filho recém-nascido. E mais: após esse procedimento estético cirúrgico, a mulher deve ficar levemente curvada, o que tornaria a amamentação bastante difícil e desconfortável.

Mais informações sobre cirurgia plástica no parto

Para os médicos também é mais complicado associar a cirurgia plástica abdominal e a ginecológica, uma vez que devido à musculatura do abdômen depois do parto estar fragilizada e mais flácida fica difícil avaliar o grau da plicatura, a costura, do músculo a ser realizada.

A isso se soma o fato de que a mulher depois do parto está ainda inchada e nem todo o seu volume se refere à pele flácida. Para a cirurgia no abdômen, a paciente deve ainda estar no seu peso ideal e a mulher que recém passou pelo parto costuma estar acima do seu peso.

Além dos riscos que envolvem fazer as duas cirurgias juntas e do fato do resultado final não ser o melhor se comparado ao procedimento realizado em outro momento, os especialistas lembram ainda que a mulher pode voltar ao seu peso normal depois da gestação. Isso é possível ainda mais se ela teve os cuidados necessários ao longo da gravidez, de não engordar mais do que o necessário.

Caso mesmo depois do parto a mulher queira ainda fazer a cirurgia plástica, o mais adequado é que espere terminar o período de amamentação. O mais seguro é que o procedimento seja realizado pelo menos 12 meses após o parto. Se o que preocupa a paciente é o preço, os especialistas lembram que o custo não mudaria muito, já que em geral os convênios não cobrem a cirurgia plástica.

MITOS SOBRE SEXO NA GRAVIDEZ

MITOS SOBRE SEXO NA GRAVIDEZ

Existem alguns mitos sobre sexo na gravidez que sempre atrapalham os pais na hora de saber se podem ou não ter relações sexuais quando a mulher inicia uma gestação. No entanto, especialistas garantam que até a chegada do bebê os pais podem fazer sexo sem neuras, pois é bom e importante para o casal.

Porém, isso se aplica à gravidez saudável, que não seja de risco e nem apresente quadros fora da normalidade. Dessa forma, é importante identificar quais são os sinais de que alguma coisa não vai bem na gestação ou que ao menos é preciso consultar o médico. Exemplos disso são os sangramentos, inclusive, nos três primeiros meses de gravidez.

Além disso, se for detectada uma fase de risco da gravidez, é apenas por esse período aconselhado que o casal não mantenha relações sexuais, devido ao esforço que exige de ambos. Porém, passado esse período e estando tudo bem, o casal pode voltar à normalidade em relação a sua vida sexual.

Outros casos em que pode ser indicada a abstinência sexual são quando existe uma ameaça de aborto ou parto prematuro. Porém, não necessariamente o sexo será proibido ao longo dos nove meses, vai depender de cada situação.

Por isso, ao contrário de alguns mitos sobre sexo na gravidez as relações íntimas entre o casal não afetam e nem prejudicam o desenvolvimento do feto, até porque ele está muito bem protegido dentro do útero.

Por que há tantos mitos sobre sexo na gravidez?

Talvez por ser um tema cercado de tabus, muitas pessoas propagam mitos que podem atrapalhar uma gestação saudável e tranquila. Por exemplo, há também o mito de que o bebê pode identificar que os pais estejam transando, devido aos movimentos do corpo da mãe. Embora seja verdade que a partir do sexto mês de gravidez o bebê comece a perceber melhor os estímulos externos, ele vai sentir apenas os estímulos mecânicos, como se a mãe estivesse caminhando ou fazendo movimentos cotidianos.

Já as posições sexuais essas sim devem mudar com o passar da gestação, inclusive, quando o útero começar a crescer, a fim de não pressionar a barriga. Além disso, a mulher tem que se manter em uma posição confortável, bem como atentar a sua postura já que com a gestação avançada as dores nas costas aumentam.

Uma dica de posição sexual para o casal é a chamada posição colher, a popular de ladinho, com o homem atrás. A mulher também pode ficar sentada sobre o parceiro, controlando melhor os seus movimentos. Caso prefiram a posição papai-mamãe, é preciso que o homem se mantenha com a coluna mais elevada, para não comprimir o abdômen da mulher.

Já ao final da gestação, o sexo pode provocar contrações no útero, o que é um problema ainda maior se existe risco de parto prematuro. Outros casos em que é indicada a abstinência na reta final são quando a mulher tem dilatação do colo do útero ou está grávida de mais de uma criança, pois a contração pode antecipar o parto.

O QUE SABER SOBRE GASES NA GRAVIDEZ

O QUE SABER SOBRE GASES NA GRAVIDEZ

Os gases são bem comuns durante a gestação, sendo uma explicação para isso o fato de ocorrer um relaxamento dos tecidos do corpo, inclusive, os que integram o sistema digestivo. Assim, a digestão se torna mais lenta, favorecendo a flatulência, tanto de gases estomacais quanto intestinais. O que saber sobre gases na gravidez, portanto, pode amenizar o quadro.

É o aumento do hormônio progesterona que promove esse relaxamento e por mais que possa incomodar as futuras mamães, a boa notícia é que não causa nenhum problema ao feto. O problema se agrava quando os gases provocam fortes dores de barriga, como pontadas e desconforto abdominal.

Além disso, sobre gases na gravidez vale dizer que o mais comum é que eles apareçam logo depois das principais refeições do dia. Além de beber chás e evitar alguns alimentos outra medida que pode fazer parte do seu tratamento para combater a flatulência ao longo dos meses de gestação é não comer demais nas refeições.

O chá de funcho (erva doce) é uma das opções para aliviar os gases, sendo que existem remédios que também podem ser eficientes, mas nesse caso, é importante que eles sejam prescritos pelo seu médico. Além dos gases, esses cuidados reduzem os sintomas de azia e queimação.

Mais informações sobre o que saber sobre gases na gravidez

Associados aos gases estão prisão de ventre e cólica intestinal, bem como dores em somente um dos lados, diarreia, vômito e náusea. O chá de erva-cidreira também pode ajudar a reduzir os sintomas de gazes na gravidez, uma vez que a erva tem propriedades calmantes e antiespasmódicas.

Além disso, é possível juntar a esse chá o de funcho para potencializar os seus efeitos. Também é indicado que a mulher grávida não consuma bebidas gasosas, como refrigerantes, e fique longe de alimentos de difícil digestão.

Entre os alimentos que podem provocar gases estão: feijão, batata doce, repolho, brócolis, ovos, cebola, grão de bico, ervilha, pêssego e grãos. No entanto, esses alimentos são nutritivos e você não precisa eliminá-los totalmente da sua dieta, busque apenas redução a quantia ingerida. Frituras são outros alimentos que gestantes com gases devem ficar longe, até porque não agregam valor nutricional ao cardápio.

É importante, ainda, ter alguns hábitos, como não falar enquanto come, além de mastigar bem os alimentos e comer devagar. Roupas folgadas e confortáveis, caminhar um pouco todos os dias e evitar mastigar chicletes também são dicas que reduzem a incidência de flatulência.

Em casos extremos, recomenda-se o uso de microclister, um tipo de supositório que não é absorvido pelo organismo e tem um efeito mais rápido. No entanto, mesmo sendo indicado para a gestação não pode ser usado com frequência.

CUIDADOS COM HANSENÍASE NA GRAVIDEZ

CUIDADOS COM HANSENÍASE NA GRAVIDEZ

Os cuidados com hanseníase na gravidez são muito importantes, uma vez que essa doença se trata da popularmente chamada lepra e, embora muitas pessoas achem que ela foi erradicada há décadas, ainda existem casos. Os quadros são mais comuns em países pobres, como na África, no sul da Ásia e mesmo na América Latina.

Além disso, o Brasil é o segundo país do mundo com maior incidência da doença, o que exige os adequados cuidados com hanseníase na gravidez. Entre eles, está o de evitar o início de uma gravidez até que não se esteja totalmente curada da doença, uma vez que a gestação pode provocar o agravamento doença.

Dessa forma, tanto mãe quanto filho podem estar em risco, sendo que as situações mais comuns para o recém-nascido é ser prematuro e nascer com baixo peso. Caso a gravidez inicie antes da cura da hanseníase é de extrema necessidade que a gestante faça todo o acompanhamento pré-natal necessário.

Isso porque a paciente com a doença apresenta a infecção justamente em um momento de baixa imunidade, que é o da gestação. Com o sistema imunológico debilitado crescem ainda as chances da mulher contrair outras doenças e mesmo da doença evoluir, momento esse em que órgãos importantes podem ser afetados, entre eles, os rins, fígado e baço.

Por outro lado, a paciente com a doença que se cura totalmente pode engravidar sem problemas. A cura para a hanseníase ocorre, entretanto, quando a doença é precocemente diagnosticada.

Mais informações e cuidados com hanseníase na gravidez

Caso a mulher com hanseníase engravide, o mais indicado é que ela não interrompa o tratamento que está fazendo. Entre os cuidados com hanseníase na gravidez há também a necessidade de que a paciente seja acompanhada com frequência, mensalmente ou com menor intervalo de tempo, pelo obstetra e pelo dermatologista, que é o especialista que trata a doença.

Todo o cuidado é pouco, uma vez que um dos fármacos utilizados no tratamento hanseníase, a talidomida, pode causar malformações no feto. Para identificar a doença vale conhecer os seus sintomas que se caracterizam inicialmente pelas manchas esbranquiçadas ou avermelhadas na pele, apresentando nódulos pequenos que podem estar acompanhados de mudanças na sensibilidade das áreas afetadas.

A doença é transmitida pelas vias respiratórias, porém, é de baixa infectividade, sendo que apenas 10% das pessoas que o contraem o agente patológico têm chances de desenvolver a hanseníase. Sua manifestação vai depender, sobretudo, do quão está fragilizado o sistema imunológico de quem entra em contato com a bactéria que provoca a doença, a Mycobacterium leprae.

Além da pele, o bacilo ataca os nervos periféricos, músculos e, em casos graves, até outros órgãos, podendo ter sequelas como paralisia e cegueira. O período de incubação da bactéria vai de seis meses a seis anos.

CUIDADOS COM COSMÉTICOS NA GRAVIDEZ

CUIDADOS COM COSMÉTICOS NA GRAVIDEZ

Existem cuidados com cosméticos na gravidez que devem ser levados a sério, pois esses produtos contem muitas substâncias químicas que podem prejudicar o desenvolvimento o feto. Além disso, o melhor é que os produtos também não tenham fragrâncias e nem corantes e sejam hipoalergênicos.

Outro cuidado com cosméticos na gravidez é que eles não possuam em sua formulação nem um tipo de derivado petroquímico, como vaselina, óleo mineral e isoparafinas, entre outras substâncias. Por outro lado, a mulher não precisa abrir mão de todos os cuidados estéticos quando estiver grávida.

Para evitar as estrias, por exemplo, a futura mamãe pode optar por um produto que tenha em sua fórmula 100% óleos vegetais, como amêndoas, semente de uva, germe de trigo e oliva. Essas opções funcionam como emolientes, sendo eficientes para manter a suavidade da pele.

Porém, as estrias nem sempre são eliminadas, uma vez que elas aparecem não apenas pelo ganho de peso, mas também em decorrência da alteração hormonal pela qual passa o organismo da gestante. Já quanto aos sabonetes líquidos e shampoos para uso diário, o melhor é escolher os produtos que sejam mais suaves, sendo que existe grande variedade de cosméticos e itens de higiene pessoal que são indicados principalmente a gestantes.

Nos cuidados com cosméticos na gravidez a mulher não pode esquecer-se da importância do uso do protetor solar com alto fator de proteção, sempre que se expor ao sol. Além de evitar o câncer de pele, o produto previne o cloasma gravídico, a mancha no rosto que costuma surgir na gestação.

Mais dicas e cuidados com cosméticos na gravidez

Por outro lado, existem produtos que devem passar longe de qualquer gestante, como é o caso das tinturas permanentes, alisantes e relaxantes capilares, uma vez que provocam sérias irritações. Uma alternativa para colorir os fios é usar os tonalizadores com fitopigmentos naturais. Mesmo assim, converse com o seu médico antes de usar o produto.

Quando a mulher está grávida são maiores as chances dela desenvolver alergias aos cosméticos, por isso, aconselha-se que faça uma prova de toque, aplicando um pouco do produto na dobra interna do cotovelo. Esse conselho serve para os produtos que a mulher já costumava usar como para os novos, sendo que é preciso esperar 24 horas para observar alguma reação alérgica.

Também não são recomendados a gestantes os produtos com ureia, mesmo em pequenas concentrações, normalmente encontrada na formulação de cremes hidratantes. Já o uso do ácido salicílico, comum em produtos anti-acne, possui restrições, principalmente, depois do segundo trimestre.

Já o ácido glicólico, encontrado em fórmulas antienvelhecimento, também exige restrições, sendo o melhor conversar com um especialista. Para tanto, uma dica são os produtos com vitaminas E e C, mesmo assim, não devem ser usados em demasia. Já os derivados da vitamina A e a cânfora são proibidos.

MITOS SOBRE ESFORÇO FÍSICO DEPOIS DO PARTO

MITOS SOBRE ESFORÇO FÍSICO DEPOIS DO PARTO

Existem mitos sobre esforço físico depois do parto que foram perpetuados como verdade, já que houve um tempo que a gravidez era tratada como doença, em que a mulher deveria ficar totalmente em repouso. Claro que existem casos em que a mulher deve tomar cuidados extras, inclusive, quando teve uma gravidez complicada.

Caso a gestação tenha ocorrido dentro do previsto, os cuidados, embora existam, não devem beirar o exagero. A relação do pós-parto com doença é tão evidente que se chama esse período de resguardo ou quarentena.

Porém, o nome mais adequado é puerpério, que costuma durar até a sexta ou oitava semana depois do nascimento do bebê. Nesses dois meses, os órgãos da mulher vão voltar ao lugar, o útero vai diminuir e as pequenas cicatrizes onde estava a placenta vão cicatrizar.

Sem o descanso necessário nesse período, a mulher corre o risco de ter infecções, sendo que um dos primeiros sinais será febre e, nesse caso, é preciso buscar ajuda médica. Por isso, não é mito o fato da mulher ter que moderar com as atividades. Outro motivo que fará a mulher visitar um especialista é se o sangramento, normal nesse período, não parar até o 40º dia.

Mitos sobre esforço físico depois do parto

Mesmo com todos os cuidados, inclusive, de tomar os remédios prescritos pelo médico em caso de episiotomia e de seguir os banhos de assento indicados pelo profissional, é mito dizer que a mulher deve ficar deitada todo o tempo. Quinze dias depois do parto a musculatura do abdômen está quase toda de volta ao lugar, por isso, levantar e sentar é importante para estimular a musculatura.

Na sequência, as atividades do dia a dia podem ser retomadas aos poucos, mas é fundamental que a mulher descanse bastante. Outro dos mitos sobre esforço físico depois do parto é dizer que ela não pode tomar banho de corpo inteiro e nem lavar os cabelos. Muito pelo contrário, a higiene nesse momento é mais do que essencial.

Também é preciso continuar com os cuidados com o que é ingerido, uma vez que o bebê ainda vai receber o que a mãe consome através do leite materno. Assim, as mulheres que ainda estiverem com prisão de ventre e mesmo com os bicos dos seios rachados devem apenas usar os remédios que o médico prescrever.

Quanto ao esforço físico, ele não deve ser feito nos primeiros 30 dias após o parto, é mito dizer que o período sem carregar peso é maior. Além disso, caso tenham-se dúvidas sobre o que pode ou não fazer, quem poderá responder melhor as perguntas é o obstetra ou o médico ginecologista que acompanhou a gestação.