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A QUALIDADE DE UM CÂMBIO AUTOMÁTICO – HIDRAMÁTICO

Autor: G. Produções
Publicado em: Carros

CÂMBIO AUTOMÁTICO – A evolução nos tipos de câmbios ou transmissões no Brasil começou recentemente. Os carros passaram a ter quatro tipos de cambio depois que algumas novidades adentram no mercado nacional. Os câmbios podem ser manual, automático, automatizado e o CVT, transmissão continuamente variável.

A QUALIDADE DE UM CÂMBIO AUTOMÁTICO - HIDRAMÁTICO

O mais conhecido e famoso tipo de transmissão é o manual, qual reinou em nosso país durante anos, competindo apenas com o câmbio automático, que não tinha nem de longe a qualidade e resistência encontrada nos veículos de hoje, principalmente por sua perda de rendimento nas trocas de marcha, sendo considerado por isso um carro lento e recusado pelos mais jovens.

Um câmbio automatizado tem como vantagem dar liberdade de escolha ao motorista sobre qual marcha deseja utilizar, podendo ele decidir também, se prefere dirigir em modo automático ou esportivo, dando mais versatilidade à viagem. Entre as semelhança com o câmbio manual, está a maior durabilidade, custo com manutenção e reposição de componentes.

Se você prefere autos de luxo, então vai ficar feliz em saber que já existe a alternativa de câmbio automatizado de dupla embreagem. Esta opção não conta com desvantagens em relação ao sistema automatizado convencional, mas sim, oferece trocas suaves e sem interrupção das marcha e respectiva potência, e o mesmo ou maior desempenho na aceleração e velocidade máxima. E você ainda tem mais o adicional de poder utilizar o modo manual por meio de comandos sequenciais no câmbio ou volante.

Existe ainda um tipo de direção que é menos difundida que a “Continuamente Variável”, qual toma mão de polias ao invés de engrenagens, não possuindo esse sistema um limitador de marchas, sendo aproveitada ao máximo a produtividade do torque.

O câmbio automatizado surgiu em 1989, em lugar não mais apropriado, na Fórmula 1, quando a Ferrari estava descartando as grandes alavancas para passar a utilizar atuadores eletrônicos modernos para a realização das trocas de marcha, não sofrendo alteração a caixa de câmbio nem a sequência de marchas. Sendo a principal diferença era a de apertar as borboletas atrás do volante, quais enviavam comandos aos atuadores para executarem a marcha. Tais sistemas, que nem são manuais, nem automáticos, lhe permite trabalhar com essas duas tecnologias. Esse sistema dual na Europa surgiu em 2000, e no Brasil recentemente foi lançado em produção em massa através de grandes fabricantes.






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