Começa em 2 de julho o processo que converterá de pulsos a minutos o sistema de cobrança dos serviços de telefonia fixa na cidade de São Paulo. Segundo a Telefônica, a mudança envolve 2,5 milhões de linhas no municÃpio e será finalizada em 29 de julho.
Gradativa, a migração começou em 16 de março na região de São José do Rio Preto. Com a inclusão da capital na troca do modelo de tarifação, 8,8 milhões de linhas serão atingidas em todo o Estado de São Paulo. “Dos 8,79 milhões de clientes candidatos à migração, 4,2 milhões foram migrados até 20 de junho”, afirmou Stael Prata Silva Filho, diretor-geral da Telefônica.
Conforme o executivo, mais de R$ 200 milhões foram investidos nessa transformação. Os recursos foram empregados na aquisição de equipamentos para as centrais telefônicas, alterações dos sistemas de faturamento e impressão, bem como na central de atendimento ao assinante. Segundo ele, houve um aumento de 20% a 30% na demanda dos clientes por informações.
Por ora , o cliente pode escolher entre dois planos estabelecidos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), cujas mensalidades são de R$ 37,98. A chamada do plano básico, com 200 minutos e indicado para o cliente que faz ligações mais curtas, começa a ser cobrada três segundos após o atendimento. A tarifação mÃnima é de 30 segundos e, passado este intervalo, a cobrança ocorre a cada seis segundos.
Cerca de 85% da base de clientes da Telefônica se encaixa nesse perfil. O restante costuma fazer chamadas mais longas, como os assinantes que usam a linha discada para se conectar à internet. Nesse caso, a melhor opção é ficar com o Pasoo (Plano Alternativo de Serviço de Oferta Obrigatória), com franquia de 400 minutos, que passa a descontar a cada seis segundos. Há a incidência de uma taxa de completamento para todas as chamadas, equivalente ao custo de quatro minutos.
Créditos: Yahoo Tecnologia
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Friday, 29 de June de 2007 |
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